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Viajar pela Bolívia significa frequentemente viajar acima dos 3.000 metros. La Paz ronda os 3.650 metros, o Salar de Uyuni situa-se perto dos 3.650 e alguns pontos da Reserva Eduardo Avaroa ultrapassam largamente os 4.000. A altitude faz parte da experiência do Altiplano. Também exige preparação. Antes de partires, descobre no Blog dos Portugueses em Viagem aquilo que precisas de saber sobre os destinos das nossas expedições. À medida que subimos, diminui a pressão atmosférica e fica disponível menos oxigénio. O organismo precisa de tempo para se adaptar. Segundo o CDC, qualquer pessoa que viaje para altitudes elevadas pode desenvolver Mal de Altitude, independentemente da idade ou condição física. Dor de cabeça, náuseas, tonturas, cansaço e alterações do sono encontram-se entre os sintomas possíveis. A principal medida preventiva é uma aclimatação gradual. Evitar, quando possível, subir directamente de baixa altitude para mais de 2.750 metros num único dia. Depois dos 2.750 metros, também se recomenda limitar progressivamente a altitude a que se dorme. Exercício intenso e álcool devem ser evitados durante as primeiras 48 horas em altitude. Sintomas persistentes ou agravamento do estado físico não devem ser ignorados. Formas graves da doença de altitude podem afectar o cérebro ou os pulmões e constituem emergências médicas. Descer para uma altitude inferior pode tornar-se necessário. Quem tenha doenças preexistentes ou dúvidas sobre medicação preventiva deve procurar aconselhamento médico antes da viagem. A altitude na Bolívia não deve ser tratada como um detalhe do itinerário. Deve fazer parte do planeamento. Tempo para aclimatar, hidratação adequada, ritmo moderado e atenção aos sintomas ajudam a tornar a experiência mais segura. Entre La Paz, Uyuni e as lagoas do Altiplano, viajar devagar também permite observar melhor um território onde a geografia determina o ritmo da viagem. MARCA A TUA AVENTURA NA BOLÍVIA |
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